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PAPO DE ESPECIALISTA

Dor nas costas, hérnia de disco ou cervicalgia?

Entenda por que tratar apenas a dor nem sempre resolve.

Publicado em 07/07/2026 às 21:49

Imagem Ilustrativa (Foto: Google Imagens)

Quem convive com dores nas costas, no pescoço ou na região lombar sabe como elas afetam muito mais do que no corpo. Atividades simples, como trabalhar, dirigir, dormir ou brincar com os filhos, passam a ser um desafio.

O que muitas pessoas fazem é recorrer a medicamentos ou esperar que a dor passe sozinha. Em alguns casos, isso até proporciona um alívio temporário. Porém, quando as verdadeiras causas do problema não são tratadas, a dor tende a voltar e, muitas vezes, com mais intensidade.

É justamente nesse ponto que a combinação entre Osteopatia e Pilates Clínico pode fazer toda a diferença.

Por que a dor costuma voltar?

Nem sempre o local onde você sente dor é o local onde estão “os problemas”.

Uma dor lombar, por exemplo, pode estar relacionada a alterações de mobilidade do quadril, da pelve, da coluna torácica, do intestino, dos nervos, etc. Já, uma dor no pescoço pode estar associada a excesso de posição mantida, tensão muscular, limitações de movimento em outras regiões do corpo, disfunções pulmonares, viscerais, dentárias, etc.

Por isso, antes de pensar apenas em aliviar os sintomas, é fundamental realizar uma avaliação completa para identificar as origens e as influências da dor.

O papel da Osteopatia.

A Osteopatia é uma abordagem da Fisioterapia que utiliza técnicas manuais para avaliar e tratar as alterações de mobilidade do corpo.

Após uma avaliação individualizada, o tratamento busca restaurar o movimento das articulações, dos músculos, das fáscias, dos nervos; reduzir tensões musculares e melhorar o funcionamento do organismo como um todo.


O tratamento é sútil, realizado através das mãos do terapeuta e da interação do paciente por meio de respiração e movimentos específicos. E, sempre, o intuito é fazer com que o paciente retorna a sua vida diária no menor tempo possível para o caso dele.

Depois que a dor melhora, o corpo precisa ficar mais forte.

Um dos maiores erros no tratamento da dor é interromper os cuidados assim que os sintomas diminuem. Quando isso acontece, o corpo continua apresentando fraquezas, limitações e padrões de movimento inadequados, favorecendo novas crises.

É nesse momento que o Pilates Clínico se torna um grande aliado, diferentemente das aulas tradicionais, o Pilates Clínico é prescrito por um fisioterapeuta e adaptado às necessidades de cada paciente. O diálogo entre o Osteopata e o Fisioterapeuta sobre o caso é fundamental para um resultado mais assertivo.

Os exercícios são escolhidos de acordo com a avaliação, respeitando o estágio da recuperação e os objetivos individuais.

O foco é melhorar proporcionar uma nova capacidade física ao indivíduo, trabalhando o aumento de força, a estabilidade, a mobilidade, a flexibilidade, o equilíbrio e o controle corporal, reduzindo as chances de novos episódios de dor.

Por que associar Osteopatia e Pilates Clínico?

Quando essas duas abordagens são utilizadas de forma integrada, o tratamento costuma ser mais completo. Enquanto a Osteopatia atua reduzindo a dor, organizando a biomecânica, mudando as aferências, restaurando a mobilidade, preparando o corpo para um novo estímulo, o Pilates Clínico fortalece o corpo para que ele mantenha esses resultados no longo prazo.

Essa combinação pode beneficiar pessoas que apresentam:

  • Dor lombar;
  • Cervicalgia;
  • Hérnia de disco;
  • Dor ciática;
  • Alterações posturais;
  • Dores recorrentes;
  • Limitações de movimento;
  • Recuperação após lesões.

Cada paciente recebe um plano de tratamento individualizado, respeitando sua condição clínica, rotina e objetivos.


Quando procurar ajuda?

Se a dor já dura semanas, aparece com frequência ou está limitando suas atividades, o ideal é buscar uma avaliação especializada.

Quanto antes as causas forem identificadas, maiores são as chances de recuperar sua qualidade de vida sem que o problema se torne cada vez mais crônico.

Na nossa clínica, a avaliação é realizada de forma individualizada para entender as origens e as possíveis influências da dor e definir a estratégia de tratamento mais indicada para cada caso.

O objetivo não é apenas aliviar os sintomas, mas devolver movimento, confiança e qualidade de vida para que você possa voltar a fazer o que gosta com segurança.

Agende sua primeira consulta e descubra qual tratamento é mais indicado para o seu caso.

Ana Claudia Petrini

Crefito: 197096-F – Fisioterapeuta, Mestre em Fisioterapia, Formação completa em Osteopatia, com mais de 12 anos de experiência clínica em Terapia Manual.

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Fonte: Portal da Cidade Rio das Pedras

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