PAPO DE ESPECIALISTA
Por que a dor continua mesmo tomando remédio?
Confira o artigo da Dra. Ana Claudia Petrini, fisioterapeuta e mestre em Fisioterapia, com mais de 12 anos de experiência no tratamento da dor.
Publicado em 06/10/2026 às 20:38
Você toma o medicamento, a dor melhora por algumas horas ou alguns dias… e depois volta. Ou, em alguns casos, parece que o remédio simplesmente não faz mais diferença. Essa é uma situação muito comum entre pessoas que chegam ao meu consultório com dor nas costas, no pescoço, nos ombros, dor de cabeça, ciática e outros quadros musculoesqueléticos.
E existe algo importante que você precisa saber:
Controlar a dor não significa, necessariamente, tratar todos os fatores que estão fazendo com que ela continue.
Nem toda dor significa que existe uma lesão
Hoje sabemos que a dor é uma experiência complexa e multifatorial. Músculos, articulações, nervos, movimento, sensibilidade dos tecidos, sono, estresse e experiências anteriores podem participar da forma como sentimos dor.
Por isso, nem sempre a intensidade da dor corresponde ao tamanho de uma lesão e nem sempre aquilo que aparece em um exame explica sozinho o que você está sentindo.
É justamente por isso que tratar somente o local que dói pode não ser suficiente.

E por que o remédio não resolveu?
Medicamentos são extremamente importantes e fazem parte do tratamento de diversas condições. Mas, quando existem alterações relacionadas ao movimento, à mobilidade, à função muscular ou à sensibilidade, por exemplo, esses fatores também precisam ser identificados e tratados pela via mecânica, e não apenas química ou medicamentosa.
Se a dor persiste, volta repetidamente ou começa a limitar suas atividades, talvez a pergunta mais importante deixe de ser:
“O que eu posso tomar para essa dor passar?”
E passe a ser:
“Por que essa dor continua acontecendo?”
É isso que buscamos descobrir na avaliação clínica
No meu atendimento, o tratamento não começa escolhendo uma técnica. Começa entendendo o seu caso.
Na primeira consulta, conversamos sobre a história da sua dor, avaliamos seus movimentos e realizamos testes específicos para identificar os fatores que podem estar relacionados aos seus sintomas.
A partir disso, estabelecemos uma estratégia individualizada, que pode envolver terapia manual, técnicas osteopáticas, exercícios terapêuticos e orientações específicas para o seu caso.
Mais do que proporcionar um alívio momentâneo, o objetivo é melhorar sua função, recuperar movimentos e reduzir as limitações que a dor trouxe para a sua vida.
“Mas eu já tentei vários tratamentos…”
Muitos pacientes chegam até mim depois de meses, às vezes anos, convivendo com a mesma dor.
Já fizeram exames, tomaram medicamentos e passaram por diferentes tratamentos. Alguns chegam acreditando que simplesmente terão que aprender a conviver com aquilo.
Uma dor persistente merece ser investigada com cuidado e com possibilidades clínicas coerentes.
Antes de tratar onde dói, precisamos entender por que dói.

Sou Ana Claudia Petrini, fisioterapeuta, mestre em Fisioterapia, com formação completa em Osteopatia e mais de 12 anos de experiência clínica no atendimento de pessoas com dor e alterações musculoesqueléticas.
Meu trabalho é olhar para cada paciente de maneira individual, entender sua história e, a partir de uma avaliação criteriosa, definir o caminho mais adequado para o tratamento.
Sua dor continua mesmo depois de medicamentos ou outros tratamentos?
Talvez seja o momento de investigá-la de outra maneira e testar outras possibilidades terapêuticas. Às vezes, uma nova possibilidade é tudo que temos.
Agende sua consulta inicial. Vamos entender o que pode estar mantendo seus sintomas e construir uma estratégia de tratamento para você.
Ana Claudia Petrini
Fisioterapeuta — CREFITO 197096-F
Mestre em Fisioterapia | Osteopatia
Clínica Ana Claudia Petrini
Cuidamos do que move você. Seu corpo fala, nós escutamos.

SAIBA MAIS SOBRE O CONSULTÓRIO DA FISIOTERAPEUTA DRA. ANA CLAUDIA PETRINI >>CLIQUE AQUI<<

Fonte: Portal da Cidade Rio das Pedras
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